Publicado: 13.01.17

Published: 01.13.17

Primeira semana útil do ano, e não poderíamos voltar de outro jeito, senão fazendo as famigeradas listas sobre que esperamos de nós mesmos. Para começar, estamos mais sensíveis, no sentido de estarmos mais abertos e sensitivos com os diversos movimentos que nos rodeiam. Sociais, políticos, econômicos, business, e por que não, astrológicos.   Então percebemos que 2017 dá o pontapé inicial na manifestação de movimentos dos astros, que vão muito além do horóscopo. São fenômenos que têm o poder de influenciar comportamentos, linhas de raciocínio e maneiras diversas de ser, pensar e agir. Um novo despertar de uma nova realidade.

A Era de Aquário não nos deixa mentir. Guiada pela intuição e pelo sentimento de inovação e renovação de energias, essa era traz um magnetismo social forte, pedindo – quase que implorando – por mais autoconsciência e transformação. Estamos bem cientes que esses fenômenos não acontecem da noite para o dia, mas entramos em 2017 com coração e cabeça abertas para recebê-los em progressão.

Como bons curiosos e entusiastas-quase-que-místicos da vida que somos, vamos expor as expectativas frente à nossa realidade. O que pretendemos fazer, em que se baseia nossa transformação e como nossas crenças impactam no nosso modus operandi.

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1. Sem bullshit

Tirar as firulas de uma comunicação que tanto fala mas não diz nada é uma meta que nós estabelecemos não é de hoje. Mas reforçar como objetivo vital em 2017 é crucial pra manter um discurso coerente e que consegue provocar reações, com um conteúdo de qualidade que dá vazão para interpretações e discussões. Por favor, comunicólogos, sem bullshit esse ano, vai!

2. Transformação de dentro pra fora

Não é novidade que pra mudar o ambiente em que estamos imersos, precisamos promover mudanças no nosso metro quadrado, que também não vai se modificar sozinho. Por mais piegas que seja. Enxergamos nossas transformações sendo alimentadas dia a dia por uma ânsia misturada com intuição. É um sentimento de precisamos estar em um lugar onde as pessoas são muito legais, o ambiente é sensacional e os pensamentos são fresh. As tentativas para se chegar lá são inúmeras. A antena capta e o coração leva. Não é tão simples. Mas é tipo isso. Esse lugar é completamente idealizado e mutável pra cada um, então percebemos que todas as pessoas nesse mercado querem o mesmo rolê. E idealizam esse lugar imaginário. Percebemos inclusive, que chegar nesse lugar tão especial não é um destino, e sim, uma jornada. E ficar parado não pode e não deve ser uma solução.

3. Upgrade do cérebro

Absorver novos conteúdos, novas maneiras de pensar, aguçar sensibilidade e intuição vão além de se abarrotar de cursos diferentes sobre empreendedorismo, business, gestão e afins. O upgrade aqui se dá através de autoconsciência. De conhecer pessoas que não são necessariamente do mercado de comunicação, de ouvir outras histórias que não as sobre sucesso VS falha de um negócio, de conhecer realidades diversas que não tangem a agências, startups e empresas, de viver experiências que ultrapassam a hora do rush, o happy hour. Expandir a mente para ter uma visão periférica da própria realidade, e assim, dar nova dimensão a cada novo passo dessa trajetória de expansão cerebral.

4. Depois do reset

Se 2016 foi o ano de resetar, repensar e recomeçar, 2017 é ano de botar tudo em prática. Ano de não deixar pra depois. De saber onde se quer chegar a curto, médio e longo prazo e fazer acontecer. E tudo bem se não for como o esperado. Tudo bem se precisar mudar os planos ao longo do tempo. Tudo bem mudar as ideias, você também muda o tempo todo, não? E vai dar tudo certo, vai ficar tudo bem. Mas só se você não ficar parado.